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	<title>Comments for CONSTRUCELL</title>
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		<title>Comment on Release by Ilka Cristina</title>
		<link>http://construcell.com/noticias/release/comment-page-1/#comment-393</link>
		<dc:creator>Ilka Cristina</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 24 Nov 2011 19:41:45 +0000</pubDate>
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		<description>Rômulo disse tudo: &quot; Comungo com você do entendimento de que sem desenvolver novas tecnologias o Brasil não alcançará a maturidade e se credenciará como a potência mundial que quer ser.&quot;</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Rômulo disse tudo: &#8221; Comungo com você do entendimento de que sem desenvolver novas tecnologias o Brasil não alcançará a maturidade e se credenciará como a potência mundial que quer ser.&#8221;</p>
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		<title>Comment on Release by Celso Schröder</title>
		<link>http://construcell.com/noticias/release/comment-page-1/#comment-388</link>
		<dc:creator>Celso Schröder</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 22 Jul 2011 16:34:12 +0000</pubDate>
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		<description>A contribuição de Reginaldo Marinho se manifesta em duas vertentes. No âmbito jornalístico, ele exibe um rico painel com informações valiosas que apontam para a fragilidade das políticas públicas, ou a ausência delas, relacionadas com o fundamental veio do desenvolvimento econômico pela via tecnológica. O lúcido raciocínio apresentado por Marinho evidencia que a imprensa brasileira está em débito com esse precioso tema, o qual poderia contribuir fortemente para a competitividade da economia brasileira.

Por outro lado, reverenciamos o seu esforço pessoal para fazer ver às autoridades responsáveis pela consolidação dos fatores econômicos, que os investimentos em tecnologias nacionais, como a que ele criou, poderão acelerar positivamente os índices de desenvolvimento e conduzir o País a uma condição mais poderosa do que a de fornecedor de commodities para o mercado mundial.

Celso Schröder

Presidente da Federação Nacional dos Jornalistas – Fenaj
</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>A contribuição de Reginaldo Marinho se manifesta em duas vertentes. No âmbito jornalístico, ele exibe um rico painel com informações valiosas que apontam para a fragilidade das políticas públicas, ou a ausência delas, relacionadas com o fundamental veio do desenvolvimento econômico pela via tecnológica. O lúcido raciocínio apresentado por Marinho evidencia que a imprensa brasileira está em débito com esse precioso tema, o qual poderia contribuir fortemente para a competitividade da economia brasileira.</p>
<p>Por outro lado, reverenciamos o seu esforço pessoal para fazer ver às autoridades responsáveis pela consolidação dos fatores econômicos, que os investimentos em tecnologias nacionais, como a que ele criou, poderão acelerar positivamente os índices de desenvolvimento e conduzir o País a uma condição mais poderosa do que a de fornecedor de commodities para o mercado mundial.</p>
<p>Celso Schröder</p>
<p>Presidente da Federação Nacional dos Jornalistas – Fenaj</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Comment on Release by Rômulo Araújo</title>
		<link>http://construcell.com/noticias/release/comment-page-1/#comment-383</link>
		<dc:creator>Rômulo Araújo</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Jun 2011 14:00:31 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://construcell.com/?p=1334#comment-383</guid>
		<description>Caro Reginaldo,

Após muitos anos e desencontros, afinal reencontrei você. Naturalmente, que sua brilhante inteligência, por mim admirada desde sempre, continua fulgurante. Mas, o que me deixa bastante satisfeito é ver que a garra, a pertinácia e a capacidade de sonhar não abandonaram você. Sua luta, embora pareça a de Davi contra Golias, não é inglória. Há esperança! Comungo com você do entendimento de que sem desenvolver novas tecnologias o Brasil não alcançará a maturidade e se credenciará como a potência mundial que quer ser.

Rômulo Araújo Lima
Pró-Reitor de Integração e Desenvolvimento Estadual 
&lt;a href=&quot;http://www.uepb.edu.br&quot; target=&quot;_blank&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;color: #4faeb0;&quot;&gt;Universidade Estadual da Paraíba&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/a&gt;
</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Caro Reginaldo,</p>
<p>Após muitos anos e desencontros, afinal reencontrei você. Naturalmente, que sua brilhante inteligência, por mim admirada desde sempre, continua fulgurante. Mas, o que me deixa bastante satisfeito é ver que a garra, a pertinácia e a capacidade de sonhar não abandonaram você. Sua luta, embora pareça a de Davi contra Golias, não é inglória. Há esperança! Comungo com você do entendimento de que sem desenvolver novas tecnologias o Brasil não alcançará a maturidade e se credenciará como a potência mundial que quer ser.</p>
<p>Rômulo Araújo Lima<br />
Pró-Reitor de Integração e Desenvolvimento Estadual<br />
<a href="http://www.uepb.edu.br" target="_blank" rel="nofollow"><b><span style="color: #4faeb0;">Universidade Estadual da Paraíba</span></b></a></p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comment on Release by Marcos Túlio de Melo</title>
		<link>http://construcell.com/noticias/release/comment-page-1/#comment-382</link>
		<dc:creator>Marcos Túlio de Melo</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Jun 2011 15:07:44 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://construcell.com/?p=1334#comment-382</guid>
		<description>Investir e incentivar a inovação tecnológica é uma das formas mais eficientes para tornar um país cada vez mais competitivo, por isso sempre vejo com muita satisfação iniciativas dessa natureza.

A nova solução técnica descoberta por Reginaldo Marinho pode se consolidar num futuro próximo, permitindo assim que usemos um método construtivo inovador e alinhado aos compromissos ambientais já assumidos pelo Brasil.

&lt;b&gt;Marcos Túlio de Melo
Presidente do &lt;a href=&quot;http://www.confea.org.br&quot; target=&quot;_blank&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color: #4faeb0;&quot;&gt;Confea&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/b&gt;</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Investir e incentivar a inovação tecnológica é uma das formas mais eficientes para tornar um país cada vez mais competitivo, por isso sempre vejo com muita satisfação iniciativas dessa natureza.</p>
<p>A nova solução técnica descoberta por Reginaldo Marinho pode se consolidar num futuro próximo, permitindo assim que usemos um método construtivo inovador e alinhado aos compromissos ambientais já assumidos pelo Brasil.</p>
<p><b>Marcos Túlio de Melo<br />
Presidente do <a href="http://www.confea.org.br" target="_blank" rel="nofollow"><span style="color: #4faeb0;">Confea</span></a></b></p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comment on Release by Clóvis Cavalcanti</title>
		<link>http://construcell.com/noticias/release/comment-page-1/#comment-381</link>
		<dc:creator>Clóvis Cavalcanti</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 19 Jun 2011 13:51:56 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://construcell.com/?p=1334#comment-381</guid>
		<description>Reginaldo, só agora pude ler com cuidado a matéria. Impressiona o valor desse invento, de que tenho conhecimento há algum tempo. Se pelo menos algum visionário na gestão pública (há algum?) adotasse o design em alguma obra pioneira... Vamos torcer para isso. Abraços,

Clóvis Cavalcanti
Economista/ambientalista
&lt;a href=&quot;http://www.fundaj.gov.br /&quot; target=&quot;_blank&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;color: #4faeb0;&quot;&gt;Fundação Joaquim Nabuco&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/a&gt;</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Reginaldo, só agora pude ler com cuidado a matéria. Impressiona o valor desse invento, de que tenho conhecimento há algum tempo. Se pelo menos algum visionário na gestão pública (há algum?) adotasse o design em alguma obra pioneira&#8230; Vamos torcer para isso. Abraços,</p>
<p>Clóvis Cavalcanti<br />
Economista/ambientalista<br />
<a href="http://www.fundaj.gov.br /" target="_blank" rel="nofollow"><b><span style="color: #4faeb0;">Fundação Joaquim Nabuco</span></b></a></p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comment on Release by Marcela Sitônio</title>
		<link>http://construcell.com/noticias/release/comment-page-1/#comment-380</link>
		<dc:creator>Marcela Sitônio</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Jun 2011 02:14:41 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://construcell.com/?p=1334#comment-380</guid>
		<description>Ilustre amigo Marinho.

Sou testemunha da batalha diária em defesa do reconhecimento dos seus &quot;inventos&quot;. Tenho a mais absoluta convicção de que não é uma luta de um só combatente, existem outras frentes que se insurgem contra esse modelo INsustentável de desenvolvimento tecnológico brasileiro. 

Acredito que além dos entraves que impedem o fortalecimento de novas tecnologias, existe o preconceito ainda arraigado contra o que se produz em nosso país, reforçando uma concepção equivocada de que o bom é sempre o que vem de fora. Como bem disse Albert Einstein, &quot;é mais fácil desintegrar um átomo do que quebrar um preconceito&quot;. 

Torço para que a Construcell seja devidamente reconhecida pela sua proposta inovadora e que o Governo brasileiro abra os olhos e enxergue não só em você, mas em tantos outros talentos nacionais, a potencialidade das tecnologias que se apresentam como inovadoras e viáveis.

Marcela Sitônio.
Presidente da Associação Paraibana de Imprensa (&lt;a href=&quot;http://www.apipb.com.br/&quot; target=&quot;_blank&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;color: #4faeb0;&quot;&gt;API&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/a&gt;)</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Ilustre amigo Marinho.</p>
<p>Sou testemunha da batalha diária em defesa do reconhecimento dos seus &#8220;inventos&#8221;. Tenho a mais absoluta convicção de que não é uma luta de um só combatente, existem outras frentes que se insurgem contra esse modelo INsustentável de desenvolvimento tecnológico brasileiro. </p>
<p>Acredito que além dos entraves que impedem o fortalecimento de novas tecnologias, existe o preconceito ainda arraigado contra o que se produz em nosso país, reforçando uma concepção equivocada de que o bom é sempre o que vem de fora. Como bem disse Albert Einstein, &#8220;é mais fácil desintegrar um átomo do que quebrar um preconceito&#8221;. </p>
<p>Torço para que a Construcell seja devidamente reconhecida pela sua proposta inovadora e que o Governo brasileiro abra os olhos e enxergue não só em você, mas em tantos outros talentos nacionais, a potencialidade das tecnologias que se apresentam como inovadoras e viáveis.</p>
<p>Marcela Sitônio.<br />
Presidente da Associação Paraibana de Imprensa (<a href="http://www.apipb.com.br/" target="_blank" rel="nofollow"><b><span style="color: #4faeb0;">API</span></b></a>)</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comment on Release by Paulo Laércio Vieira</title>
		<link>http://construcell.com/noticias/release/comment-page-1/#comment-379</link>
		<dc:creator>Paulo Laércio Vieira</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 30 May 2011 18:16:18 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://construcell.com/?p=1334#comment-379</guid>
		<description>A tecnologia criada por Reginaldo Marinho é uma grande contribuição para a Engenharia ao introduzir uma nova modalidade estrutural às três já conhecidas universalmente que são: as de madeira, as de concreto e as metálicas. 

O modelo estrutural, por ele concebido, que conjuga a sinergia do arco-de-compressão e as treliças, será a primeira estrutura a ser construída integralmente em resina plástica, no mundo inteiro, para coberturas autoportantes de grandes dimensões.

A geometria usada no modelo Construcell assegura elevada estabilidade e segurança conforme a &lt;a href=&quot;http://construcell.com/wp-content/uploads/2011/05/Calculo.pdf&quot; target=&quot;_blank&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color: #4faeb0;&quot;&gt;análise estrutural&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; publicada nesta página, realizada pelo professor Argemiro Brito, um dos mais solicitados calculistas do Estado da Paraíba, que se notabilizou pelos cálculos de estruturas complexas e ousadas.

Engenheiro civil Paulo Laércio Vieira
Presidente do Conselho Regional de Engenharia, Arquitetura e Agronomia da Paraíba, &lt;a href=&quot;http://www.creapb.org.br&quot; target=&quot;_blank&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color: #4faeb0;&quot;&gt;&lt;b&gt;Crea&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/a&gt;-PB</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>A tecnologia criada por Reginaldo Marinho é uma grande contribuição para a Engenharia ao introduzir uma nova modalidade estrutural às três já conhecidas universalmente que são: as de madeira, as de concreto e as metálicas. </p>
<p>O modelo estrutural, por ele concebido, que conjuga a sinergia do arco-de-compressão e as treliças, será a primeira estrutura a ser construída integralmente em resina plástica, no mundo inteiro, para coberturas autoportantes de grandes dimensões.</p>
<p>A geometria usada no modelo Construcell assegura elevada estabilidade e segurança conforme a <a href="http://construcell.com/wp-content/uploads/2011/05/Calculo.pdf" target="_blank" rel="nofollow"><span style="color: #4faeb0;">análise estrutural</span></a> publicada nesta página, realizada pelo professor Argemiro Brito, um dos mais solicitados calculistas do Estado da Paraíba, que se notabilizou pelos cálculos de estruturas complexas e ousadas.</p>
<p>Engenheiro civil Paulo Laércio Vieira<br />
Presidente do Conselho Regional de Engenharia, Arquitetura e Agronomia da Paraíba, <a href="http://www.creapb.org.br" target="_blank" rel="nofollow"><span style="color: #4faeb0;"><b>Crea</b></span></a>-PB</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comment on Release by Sônia Bridi</title>
		<link>http://construcell.com/noticias/release/comment-page-1/#comment-378</link>
		<dc:creator>Sônia Bridi</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 30 May 2011 15:51:47 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://construcell.com/?p=1334#comment-378</guid>
		<description>Marinho,
Não há solução única para a economia do futuro e para o planeta. Precisamos acordar para a necessidade de incentivo a empresas baseadas em novas tecnologias, tecnologias limpas prioritariamente.
Um abraço,

Sônia Bridi</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Marinho,<br />
Não há solução única para a economia do futuro e para o planeta. Precisamos acordar para a necessidade de incentivo a empresas baseadas em novas tecnologias, tecnologias limpas prioritariamente.<br />
Um abraço,</p>
<p>Sônia Bridi</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comment on Release by Land Seixas</title>
		<link>http://construcell.com/noticias/release/comment-page-1/#comment-376</link>
		<dc:creator>Land Seixas</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 28 May 2011 18:31:21 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://construcell.com/?p=1334#comment-376</guid>
		<description>A visão jornalística de Reginaldo Marinho conduz o nosso olhar para uma realidade absurda, a do descompasso tecnológico brasileiro. O Brasil caminha na contramão da História, enquanto as nações com as suas economias bem sucedidas optaram por investimentos em Educação, Ciência e Tecnologia, as nossas autoridades ainda atribuem a falta de interesse por tecnologias nacionais à prosaica condição cultural.

Essa atribuição à questão cultural, como justificativa para negligenciar o apoio às novas tecnologias, oculta o verdadeiro fenômeno avassalador que é a síndrome de nação colonizada, da qual ainda não nos livramos. Esse é o principal bloqueio que impede a evolução tecnológica nacional.

Os números apresentados nesse texto deixa claro que o Brasil precisa acompanhar o processo de fortalecimento tecnológico já adotado pelos países de economias competitivas, com investimentos irrestritos a novas tecnologias brasileiras.

Land Seixas
Presidente do &lt;a href=&quot;http://www.sindjornalistaspb.com.br/&quot; target=&quot;_blank&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;color: #4faeb0;&quot;&gt;Sindicato dos Jornalistas Profissionais da Paraíba&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/a&gt;.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>A visão jornalística de Reginaldo Marinho conduz o nosso olhar para uma realidade absurda, a do descompasso tecnológico brasileiro. O Brasil caminha na contramão da História, enquanto as nações com as suas economias bem sucedidas optaram por investimentos em Educação, Ciência e Tecnologia, as nossas autoridades ainda atribuem a falta de interesse por tecnologias nacionais à prosaica condição cultural.</p>
<p>Essa atribuição à questão cultural, como justificativa para negligenciar o apoio às novas tecnologias, oculta o verdadeiro fenômeno avassalador que é a síndrome de nação colonizada, da qual ainda não nos livramos. Esse é o principal bloqueio que impede a evolução tecnológica nacional.</p>
<p>Os números apresentados nesse texto deixa claro que o Brasil precisa acompanhar o processo de fortalecimento tecnológico já adotado pelos países de economias competitivas, com investimentos irrestritos a novas tecnologias brasileiras.</p>
<p>Land Seixas<br />
Presidente do <a href="http://www.sindjornalistaspb.com.br/" target="_blank" rel="nofollow"><b><span style="color: #4faeb0;">Sindicato dos Jornalistas Profissionais da Paraíba</span></b></a>.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comment on Release by Guy Joseph</title>
		<link>http://construcell.com/noticias/release/comment-page-1/#comment-373</link>
		<dc:creator>Guy Joseph</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 24 May 2011 13:31:26 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://construcell.com/?p=1334#comment-373</guid>
		<description>Marinho: você sabe o quanto de entusiasmo juntei, desde as merecidas medalhas de ouro de Genebra e Londres. Me incorporei à sua luta e mexi com muitas pedras para chamar a atenção das autoridades (competentes?). Muitas dessas pedras, terminaram por cair em minha própria cabeça.

A sua luta já tem bastante tempo e já era hora de o Brasil acordar... já estamos em idades avançadas e não temos muito mais tempo para lutar. Por isso, meu amigo, não acredito mais no Brasil! Um País que prefere ver seus talentos, mortos, para poder erguer escrotas estátuas e render cínicas homenagens. A lista dos enjeitados paraibanos é grande: Padre Azevedo, Augusto dos Anjos, Maestro José Siqueira, Machado Bitencourt, só para citar alguns... Esse não é o País que sonhei!

A coisa é de tal forma kafkniana, no setor de marcas e patentes do INPI, que certa vez, quando dei entrada para o registro de uma marca, fui assediado por dezenas de escritórios de advocacia, todos se dizendo especialistas em marcas e patentes e que poderia agilizar o processo de registro da marca pretendida. Houve, até, escritórios que propunham o pagamento de propinas, para superar as barreiras burocráticas. O registro da marca, quando saiu, a empresa já havia mudado de mãos e eu já não mais pertencia a mesma. Isso aconteceu, há trinta e três anos e de lá pra cá, parece que nada mudou...

Guy Joseph, Fotógrafo, Designer Gráfico e artista plástico.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Marinho: você sabe o quanto de entusiasmo juntei, desde as merecidas medalhas de ouro de Genebra e Londres. Me incorporei à sua luta e mexi com muitas pedras para chamar a atenção das autoridades (competentes?). Muitas dessas pedras, terminaram por cair em minha própria cabeça.</p>
<p>A sua luta já tem bastante tempo e já era hora de o Brasil acordar&#8230; já estamos em idades avançadas e não temos muito mais tempo para lutar. Por isso, meu amigo, não acredito mais no Brasil! Um País que prefere ver seus talentos, mortos, para poder erguer escrotas estátuas e render cínicas homenagens. A lista dos enjeitados paraibanos é grande: Padre Azevedo, Augusto dos Anjos, Maestro José Siqueira, Machado Bitencourt, só para citar alguns&#8230; Esse não é o País que sonhei!</p>
<p>A coisa é de tal forma kafkniana, no setor de marcas e patentes do INPI, que certa vez, quando dei entrada para o registro de uma marca, fui assediado por dezenas de escritórios de advocacia, todos se dizendo especialistas em marcas e patentes e que poderia agilizar o processo de registro da marca pretendida. Houve, até, escritórios que propunham o pagamento de propinas, para superar as barreiras burocráticas. O registro da marca, quando saiu, a empresa já havia mudado de mãos e eu já não mais pertencia a mesma. Isso aconteceu, há trinta e três anos e de lá pra cá, parece que nada mudou&#8230;</p>
<p>Guy Joseph, Fotógrafo, Designer Gráfico e artista plástico.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comment on Release by Reginaldo Marinho</title>
		<link>http://construcell.com/noticias/release/comment-page-1/#comment-372</link>
		<dc:creator>Reginaldo Marinho</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 24 May 2011 09:51:44 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://construcell.com/?p=1334#comment-372</guid>
		<description>Caro Pimentel,

De fato, a participação das universidades brasileiras no processo de desenvolvimento tecnológico nacional fica bem visível no quadro de pedidos de patentes publicado pelo INPI, com índices inferiores a 1% e os centros de pesquisas recebem muitos recursos públicos. A falta de uma cultura patentária sai das universidades e percorre todos os segmentos da sociedade, alcançando os empresários.

Entretanto, o que focalizamos é um cenário real onde o Estado brasileiro cria os maiores entraves para fortalecer a geração de novas tecnologias no País, particularmente para as empresas nascentes.

As coisas parecem que são constituídas para não apresentarem resultados. O programa de cooperação tecnológica CDTI/Finep deste ano foi cancelado. Esse programa existe sob um Acordo Internacional de Cooperação Técnica entre Brasil e Espanha e o motivo do cancelamento, segundo a responsável pela parte brasileira, foi a mudança de presidente da Finep.

O Prime, Programa Primeira Empresa, da Finep, no qual o meu projeto foi aprovado, ainda não há definição de continuidade, mas corre elevado risco de ser extinto, a Finep exige que uma empresa tenha três anos de sucesso financeiro para poder habilitar-se ao Prêmio Finep  e por aí vai...

Atenciosamente,
Reginaldo Marinho</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Caro Pimentel,</p>
<p>De fato, a participação das universidades brasileiras no processo de desenvolvimento tecnológico nacional fica bem visível no quadro de pedidos de patentes publicado pelo INPI, com índices inferiores a 1% e os centros de pesquisas recebem muitos recursos públicos. A falta de uma cultura patentária sai das universidades e percorre todos os segmentos da sociedade, alcançando os empresários.</p>
<p>Entretanto, o que focalizamos é um cenário real onde o Estado brasileiro cria os maiores entraves para fortalecer a geração de novas tecnologias no País, particularmente para as empresas nascentes.</p>
<p>As coisas parecem que são constituídas para não apresentarem resultados. O programa de cooperação tecnológica CDTI/Finep deste ano foi cancelado. Esse programa existe sob um Acordo Internacional de Cooperação Técnica entre Brasil e Espanha e o motivo do cancelamento, segundo a responsável pela parte brasileira, foi a mudança de presidente da Finep.</p>
<p>O Prime, Programa Primeira Empresa, da Finep, no qual o meu projeto foi aprovado, ainda não há definição de continuidade, mas corre elevado risco de ser extinto, a Finep exige que uma empresa tenha três anos de sucesso financeiro para poder habilitar-se ao Prêmio Finep  e por aí vai&#8230;</p>
<p>Atenciosamente,<br />
Reginaldo Marinho</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comment on Release by Roberto Pimentel</title>
		<link>http://construcell.com/noticias/release/comment-page-1/#comment-362</link>
		<dc:creator>Roberto Pimentel</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 20 May 2011 20:40:25 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://construcell.com/?p=1334#comment-362</guid>
		<description>Prezado Reginaldo,

 Minhas pesquisas na Universidade (pública) são mais relacionadas a processos do que a produtos; mais especificamente, em aspectos relacionados ao aprimoramento de normas/procedimentos. Então não possuo familiaridade com este universo de patentes como parte das minhas atividades. 

Para emitir opinião, creio que o problema esteja na legislação. No que diz respeito à Universidade, é oportuno ver como nos países desenvolvidos (ou emergentes tecnologicamente) é regulamentada a colaboração entre Universidade e setor produtivo, por exemplo. Aí talvez esteja um aspecto da questão a aprimorar, no que diz respeito a incentivar maior participação da Universidade no desenvolvimento de tecnologias patenteáveis. 

Isto naturalmente só ocorrerá se não houver entraves para, por um lado, utilizar a estrutura laboratorial da Universidade para desenvolvimento de produtos para o setor produtivo e, por outro lado, se for assegurada participação financeira para os pesquisadores envolvidos e para o governo, que está investindo (o que fica para o governo é a parcela da sociedade, digamos, tratando-se de Universidades públicas). Isto teria que ser tudo facilitado e ágil, com uma legislação apropriada. 

Está (ou estava) em discussão, por exemplo, um projeto de reforma da atividade docente nas Universidades. Será que é dessa vez?
At.
Roberto Pimentel
Professor do CT/UFPB
&lt;a href=&quot;http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.jsp?id=K4783854P4&quot; target=&quot;_blank&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color: #4faeb0;&quot;&gt;Currículo Lattes&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Prezado Reginaldo,</p>
<p> Minhas pesquisas na Universidade (pública) são mais relacionadas a processos do que a produtos; mais especificamente, em aspectos relacionados ao aprimoramento de normas/procedimentos. Então não possuo familiaridade com este universo de patentes como parte das minhas atividades. </p>
<p>Para emitir opinião, creio que o problema esteja na legislação. No que diz respeito à Universidade, é oportuno ver como nos países desenvolvidos (ou emergentes tecnologicamente) é regulamentada a colaboração entre Universidade e setor produtivo, por exemplo. Aí talvez esteja um aspecto da questão a aprimorar, no que diz respeito a incentivar maior participação da Universidade no desenvolvimento de tecnologias patenteáveis. </p>
<p>Isto naturalmente só ocorrerá se não houver entraves para, por um lado, utilizar a estrutura laboratorial da Universidade para desenvolvimento de produtos para o setor produtivo e, por outro lado, se for assegurada participação financeira para os pesquisadores envolvidos e para o governo, que está investindo (o que fica para o governo é a parcela da sociedade, digamos, tratando-se de Universidades públicas). Isto teria que ser tudo facilitado e ágil, com uma legislação apropriada. </p>
<p>Está (ou estava) em discussão, por exemplo, um projeto de reforma da atividade docente nas Universidades. Será que é dessa vez?<br />
At.<br />
Roberto Pimentel<br />
Professor do CT/UFPB<br />
<a href="http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.jsp?id=K4783854P4" target="_blank" rel="nofollow"><span style="color: #4faeb0;">Currículo Lattes</span></a></p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comment on Release by Carlos Aranha</title>
		<link>http://construcell.com/noticias/release/comment-page-1/#comment-361</link>
		<dc:creator>Carlos Aranha</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 19 May 2011 18:05:09 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://construcell.com/?p=1334#comment-361</guid>
		<description>Caro amigo, acompanho de perto a tua luta. Sou plenamente solidário.  Não espanta-me o descaso do governo brasileiro com a ciência e a tecnologia. O que deixa-me apreensivo é o não devido acompanhamento que a imprensa do País faz do assunto. O que foi publicado é muito pouco diante da imensurável importância que o tema requer. 

Enfim, invenção, ciência, tecnologia, são necessidades prioritárias do Brasil, cuja sociedade procura novos rumos enquanto o governo apega-se ao passado (como cantou Belchior, uma roupa que não nos serve mais).

Continue com seus maravilhosos inventos e sua incessante crença no presente e no futuro.

Carlos Aranha, jornalista, escritor e co-inventor da contemporaneidade.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Caro amigo, acompanho de perto a tua luta. Sou plenamente solidário.  Não espanta-me o descaso do governo brasileiro com a ciência e a tecnologia. O que deixa-me apreensivo é o não devido acompanhamento que a imprensa do País faz do assunto. O que foi publicado é muito pouco diante da imensurável importância que o tema requer. </p>
<p>Enfim, invenção, ciência, tecnologia, são necessidades prioritárias do Brasil, cuja sociedade procura novos rumos enquanto o governo apega-se ao passado (como cantou Belchior, uma roupa que não nos serve mais).</p>
<p>Continue com seus maravilhosos inventos e sua incessante crença no presente e no futuro.</p>
<p>Carlos Aranha, jornalista, escritor e co-inventor da contemporaneidade.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comment on Release by João Batista Alves Parente</title>
		<link>http://construcell.com/noticias/release/comment-page-1/#comment-360</link>
		<dc:creator>João Batista Alves Parente</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 19 May 2011 14:17:29 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://construcell.com/?p=1334#comment-360</guid>
		<description>Meu caro amigo Reginaldo Marinho!
     
Comentar sobre o seu trabalho ou sobre a sua abnegação relativa ao talento de Inventor, acredito que eu não tenha competência, mas fico muito orgulhoso de fazer parte do seu ciclo de amigos e concordo em tudo no que diz respeito às suas indignações relativas ao texto enviado... 

Além de ser nordestino (de Fortaleza-CE) assim como voce também o é (aquí da grande Paraíba), nós brasileiros que pensamos em um futuro melhor para a Vida no Planeta, precisamos cada vez mais de gente da sua magnitude!!! Um forte abraço e mais uma vez parabéns por tudo que escreves como jornalista, pelas suas bonitas fotografias, bem como, é claro, pelas suas interessantes e importantes invenções.

Do amigo J.B.Parente
Prof. Adjunto IV
Departamento de Matemática - CCEN - UFPB
</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Meu caro amigo Reginaldo Marinho!</p>
<p>Comentar sobre o seu trabalho ou sobre a sua abnegação relativa ao talento de Inventor, acredito que eu não tenha competência, mas fico muito orgulhoso de fazer parte do seu ciclo de amigos e concordo em tudo no que diz respeito às suas indignações relativas ao texto enviado&#8230; </p>
<p>Além de ser nordestino (de Fortaleza-CE) assim como voce também o é (aquí da grande Paraíba), nós brasileiros que pensamos em um futuro melhor para a Vida no Planeta, precisamos cada vez mais de gente da sua magnitude!!! Um forte abraço e mais uma vez parabéns por tudo que escreves como jornalista, pelas suas bonitas fotografias, bem como, é claro, pelas suas interessantes e importantes invenções.</p>
<p>Do amigo J.B.Parente<br />
Prof. Adjunto IV<br />
Departamento de Matemática &#8211; CCEN &#8211; UFPB</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comment on Release by Luiz Arnaldo Biagio</title>
		<link>http://construcell.com/noticias/release/comment-page-1/#comment-359</link>
		<dc:creator>Luiz Arnaldo Biagio</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 17 May 2011 20:08:52 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://construcell.com/?p=1334#comment-359</guid>
		<description>Caro amigo,

O Brasil precisa efetivamente decidir o que vai ser quando crescer. Temos capacidade para muita coisa, mas infelizmente nossos políticos sofrem de miopia crônica. Eles não descobriram ainda que a melhor forma de competir no mercado mundial é agregar valor aos nossos produtos de tal forma que os outros não consigam competir, e quiçá nem copiar. Me preocupa muito sermos a sétima economia mundial, batermos record de exportações de pouco valor agregado... estamos vendendo nossas riquezas e muito barato, diga-se de passagem. Ao invés de navios carregados de soja in-natura, seria muito melhor vendermos alimentos a base de soja, com tecnologia de produção de nossa propriedade, você não acha? 

Porém não acredito que a questão deste descaso seja somente cultural... nossa legislação não ajuda e ninguém consegue perceber isso. Basta você olhar que até este momento a FINEP não abriu nenhum edital para financiar empresas inovadoras e nós já estamos em meados de maio. Projetos apresentados agora só receberão os recursos no início do próximo ano, contando com boa dose de sorte. Cada ano perdido neste mundo dinâmico que vivemos, você pode calcular qual é a perda de competitividade e divisas em relação a outros países? Aquilo que hoje é inovação tecnológica de ponta, no próximo ano já será commodities e voltamos a vender produtos de baixo valor agregado.

Mas não deixe de escrever sobre isso não... você está plantando uma semente, se daqui a 10 anos tivermos uma árvore, sua contribuição terá sido de grande valia. Se tivermos uma floresta, você será imortal.

Forte abraço

Luiz Biagio
&lt;a href=&quot;http://www.intellecto.com.br&quot; target=&quot;_blank&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color: #4faeb0;&quot;&gt;Intellecto&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;
</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Caro amigo,</p>
<p>O Brasil precisa efetivamente decidir o que vai ser quando crescer. Temos capacidade para muita coisa, mas infelizmente nossos políticos sofrem de miopia crônica. Eles não descobriram ainda que a melhor forma de competir no mercado mundial é agregar valor aos nossos produtos de tal forma que os outros não consigam competir, e quiçá nem copiar. Me preocupa muito sermos a sétima economia mundial, batermos record de exportações de pouco valor agregado&#8230; estamos vendendo nossas riquezas e muito barato, diga-se de passagem. Ao invés de navios carregados de soja in-natura, seria muito melhor vendermos alimentos a base de soja, com tecnologia de produção de nossa propriedade, você não acha? </p>
<p>Porém não acredito que a questão deste descaso seja somente cultural&#8230; nossa legislação não ajuda e ninguém consegue perceber isso. Basta você olhar que até este momento a FINEP não abriu nenhum edital para financiar empresas inovadoras e nós já estamos em meados de maio. Projetos apresentados agora só receberão os recursos no início do próximo ano, contando com boa dose de sorte. Cada ano perdido neste mundo dinâmico que vivemos, você pode calcular qual é a perda de competitividade e divisas em relação a outros países? Aquilo que hoje é inovação tecnológica de ponta, no próximo ano já será commodities e voltamos a vender produtos de baixo valor agregado.</p>
<p>Mas não deixe de escrever sobre isso não&#8230; você está plantando uma semente, se daqui a 10 anos tivermos uma árvore, sua contribuição terá sido de grande valia. Se tivermos uma floresta, você será imortal.</p>
<p>Forte abraço</p>
<p>Luiz Biagio<br />
<a href="http://www.intellecto.com.br" target="_blank" rel="nofollow"><span style="color: #4faeb0;">Intellecto</span></a></p>
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	</item>
	<item>
		<title>Comment on Release by Emerson Jaguaribe</title>
		<link>http://construcell.com/noticias/release/comment-page-1/#comment-358</link>
		<dc:creator>Emerson Jaguaribe</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 16 May 2011 01:24:53 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://construcell.com/?p=1334#comment-358</guid>
		<description>Caro Reginaldo Marinho,

Li, com atenção, seus comentários, observações e denúncias bem fundamentadas sobre o tratamento que dão às tecnologias endógenas. Mas, o que se esperar de um País que tem um Instituto Nacional da Propriedade Industrial, INPI, que no momento está julgando solicitações de patentes apresentadas em 2002? Como acreditar no necessário desenvolvimento tecnológico desta Nação, se o mais importante órgão de fomento de pesquisa, o CNPq, ao julgar projetos com viabilidade econômica e de interesse prático,  dá pareceres sem a mínima consistência técnica, ou sem estarem pautados no conhecimento científico?

Parece-me que como já havia anunciado Rui Barbosa, o Brasil só está pronto para abraçar a mediocridade e a ignorância disfarçada de sapiência. É tal o nosso torpor que são pessoas desta estirpe que ocupam posições só concedidas aos letrados, e a homens preocupados com a sociedade como um todo. Estes mesmos indivíduos, são revestidos de títulos honoríficos, ou cargos que só seriam permitidos àqueles de conhecimento, numa outra demonstração de que a inversão de valores faz parte de nosso cotidiano.

Infelizmente, só uns poucos reclamam, a grande maioria parece estar convenientemente satisfeita!

Um grande abraço,
Emerson Jaguaribe
Professor Titular - Retide - DEM/CT/UFPB
&lt;a href=&quot;http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.jsp?id=K4787373H0&quot; target=&quot;_blank&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color: #4faeb0;&quot;&gt;Currículo Lattes&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Caro Reginaldo Marinho,</p>
<p>Li, com atenção, seus comentários, observações e denúncias bem fundamentadas sobre o tratamento que dão às tecnologias endógenas. Mas, o que se esperar de um País que tem um Instituto Nacional da Propriedade Industrial, INPI, que no momento está julgando solicitações de patentes apresentadas em 2002? Como acreditar no necessário desenvolvimento tecnológico desta Nação, se o mais importante órgão de fomento de pesquisa, o CNPq, ao julgar projetos com viabilidade econômica e de interesse prático,  dá pareceres sem a mínima consistência técnica, ou sem estarem pautados no conhecimento científico?</p>
<p>Parece-me que como já havia anunciado Rui Barbosa, o Brasil só está pronto para abraçar a mediocridade e a ignorância disfarçada de sapiência. É tal o nosso torpor que são pessoas desta estirpe que ocupam posições só concedidas aos letrados, e a homens preocupados com a sociedade como um todo. Estes mesmos indivíduos, são revestidos de títulos honoríficos, ou cargos que só seriam permitidos àqueles de conhecimento, numa outra demonstração de que a inversão de valores faz parte de nosso cotidiano.</p>
<p>Infelizmente, só uns poucos reclamam, a grande maioria parece estar convenientemente satisfeita!</p>
<p>Um grande abraço,<br />
Emerson Jaguaribe<br />
Professor Titular &#8211; Retide &#8211; DEM/CT/UFPB<br />
<a href="http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.jsp?id=K4787373H0" target="_blank" rel="nofollow"><span style="color: #4faeb0;">Currículo Lattes</span></a></p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comment on Release by Denis Cavalcanti</title>
		<link>http://construcell.com/noticias/release/comment-page-1/#comment-357</link>
		<dc:creator>Denis Cavalcanti</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 16 May 2011 00:08:24 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://construcell.com/?p=1334#comment-357</guid>
		<description>Caro Reginaldo,

Criatividade? Inteligência??!!  Não: GENIALIDADE. Esta é a palavra que mais aproximadamente, define esta absolutamente revolucionária estrutura, criada pelo não menos genial Reginaldo Marinho. Com possibilidades nos mais diveros segmentos da engenharia e arquitetura modernas, impressiona à primeira vista.

Com justificado orgulho parabenizo seu criador, Reginaldo Marinho, a quem tenho o privilégio de chamar de amigo.

Só espero que não tarde para que os nossos governantes, tenham um mínimo de sensibilidade e inteligência (isso sim!) para enxergarem  suas inesgotáveis possibilidades.

Grande abraço, Reginaldo.

Denis Cavalcanti
Artista Plástico</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Caro Reginaldo,</p>
<p>Criatividade? Inteligência??!!  Não: GENIALIDADE. Esta é a palavra que mais aproximadamente, define esta absolutamente revolucionária estrutura, criada pelo não menos genial Reginaldo Marinho. Com possibilidades nos mais diveros segmentos da engenharia e arquitetura modernas, impressiona à primeira vista.</p>
<p>Com justificado orgulho parabenizo seu criador, Reginaldo Marinho, a quem tenho o privilégio de chamar de amigo.</p>
<p>Só espero que não tarde para que os nossos governantes, tenham um mínimo de sensibilidade e inteligência (isso sim!) para enxergarem  suas inesgotáveis possibilidades.</p>
<p>Grande abraço, Reginaldo.</p>
<p>Denis Cavalcanti<br />
Artista Plástico</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comment on Release by Heitor Cabral</title>
		<link>http://construcell.com/noticias/release/comment-page-1/#comment-356</link>
		<dc:creator>Heitor Cabral</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 15 May 2011 21:26:05 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://construcell.com/?p=1334#comment-356</guid>
		<description>Caros amigos da Construcell,
Não é por acaso que, embora sejamos titulares de um PIB que se coloca entre os maiores do mundo, apresentamos alguns dados simplesmente lamentáveis em quase todas as outras matérias, como a educação e de aproveitamento do potencial cultural e tecnológico de nosso povo.

Somos um pais ainda dominado por uma elite despreparada, quase todos os seus integrantes preocupados apenas com o seu próprio umbigo, e os de seus familiares. A prova disso está na mesquinhez sórdida da grande maioria de nossos politicos e na fragilidade de nossas instituições, praticamente todas elas.

Nesse sentido, dou razão à autoridade citada, aquela que diz que o nosso problema é cultural.

Mas a cultura, caros amigos, ela se faz, se controi e reconstroi no dia a dia, mercê da expressão das vontades de cada um de nós, todas somadas.

Citou-se no texto acima o caso dos coreanos: em 40 anos apenas, fizeram daquela terra devastada pela guerra, de um pais geograficamente pequeno em relação ao nosso, uma sociedade avançada, educada, inovadora.

E porque nós não avançamos no mesmo sentido? 

Porque falta vontade, um propósito nacional, o qual deve ser expressado primeira e necessariamente por todos aqueles que por acidente chegaram ao comando de órgãos do Poder e não mergulharam nessa geléia geral que domina o nosso ambiente politico e administrativo. 

Dominado ainda pelos vendilhões do Templo de sempre.

Cordial abraço.
Heitor Cabral (prof. emérito da UFPB).</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Caros amigos da Construcell,<br />
Não é por acaso que, embora sejamos titulares de um PIB que se coloca entre os maiores do mundo, apresentamos alguns dados simplesmente lamentáveis em quase todas as outras matérias, como a educação e de aproveitamento do potencial cultural e tecnológico de nosso povo.</p>
<p>Somos um pais ainda dominado por uma elite despreparada, quase todos os seus integrantes preocupados apenas com o seu próprio umbigo, e os de seus familiares. A prova disso está na mesquinhez sórdida da grande maioria de nossos politicos e na fragilidade de nossas instituições, praticamente todas elas.</p>
<p>Nesse sentido, dou razão à autoridade citada, aquela que diz que o nosso problema é cultural.</p>
<p>Mas a cultura, caros amigos, ela se faz, se controi e reconstroi no dia a dia, mercê da expressão das vontades de cada um de nós, todas somadas.</p>
<p>Citou-se no texto acima o caso dos coreanos: em 40 anos apenas, fizeram daquela terra devastada pela guerra, de um pais geograficamente pequeno em relação ao nosso, uma sociedade avançada, educada, inovadora.</p>
<p>E porque nós não avançamos no mesmo sentido? </p>
<p>Porque falta vontade, um propósito nacional, o qual deve ser expressado primeira e necessariamente por todos aqueles que por acidente chegaram ao comando de órgãos do Poder e não mergulharam nessa geléia geral que domina o nosso ambiente politico e administrativo. </p>
<p>Dominado ainda pelos vendilhões do Templo de sempre.</p>
<p>Cordial abraço.<br />
Heitor Cabral (prof. emérito da UFPB).</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comment on Release by Láuriston Pinheiro</title>
		<link>http://construcell.com/noticias/release/comment-page-1/#comment-353</link>
		<dc:creator>Láuriston Pinheiro</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 13 May 2011 17:18:07 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://construcell.com/?p=1334#comment-353</guid>
		<description>Grande R.M., 
 
acompanho há algum tempo (e a uma proximidade privilegiada) sua luta pela valorização da tecnologia como fator incontornável para o desenvolvimento do país, e ainda hoje me mantenho na perplexidade de quem não consegue entender como um projeto inovador como a CONSTRUCELL permanece criminosamente inédito em nossas quadras esportivas, em nossos galpões industriais, em nossos estacionamentos, em nossos hangares, em nossos parques e áreas de recreação etc etc. 

No primeiro mundo, o conceito/produto que você desenvolve estaria sendo disputado a tapa entre megaconglomerados da construção civil e grandes indústrias da área de polímeros. Sua incansável caminhada, para dar produção e escala a suas ideias, seria apenas quixotesca num país tecnologicamente periférico, se não fosse ainda hoje arquitetonicamente visionária e ambientalmente relevante para os dois lados do mundo em que vivemos. 
Meu abraço. 
Láuriston Pinheiro.
Engenheiro civil</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Grande R.M., </p>
<p>acompanho há algum tempo (e a uma proximidade privilegiada) sua luta pela valorização da tecnologia como fator incontornável para o desenvolvimento do país, e ainda hoje me mantenho na perplexidade de quem não consegue entender como um projeto inovador como a CONSTRUCELL permanece criminosamente inédito em nossas quadras esportivas, em nossos galpões industriais, em nossos estacionamentos, em nossos hangares, em nossos parques e áreas de recreação etc etc. </p>
<p>No primeiro mundo, o conceito/produto que você desenvolve estaria sendo disputado a tapa entre megaconglomerados da construção civil e grandes indústrias da área de polímeros. Sua incansável caminhada, para dar produção e escala a suas ideias, seria apenas quixotesca num país tecnologicamente periférico, se não fosse ainda hoje arquitetonicamente visionária e ambientalmente relevante para os dois lados do mundo em que vivemos.<br />
Meu abraço.<br />
Láuriston Pinheiro.<br />
Engenheiro civil</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comment on Release by norton seng</title>
		<link>http://construcell.com/noticias/release/comment-page-1/#comment-352</link>
		<dc:creator>norton seng</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 12 May 2011 14:16:30 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://construcell.com/?p=1334#comment-352</guid>
		<description>Caro Reginaldo Marinho,

Conhecedor de sua luta em prol de um Brasil melhor aproveito para parabenizá-lo. E ainda com maior veemência pois sei do brilhantismo de suas ideias, sua engenhosidade, sua capacidade inventiva e habilidade técnica que somadas ao seu elevado grau de determinação, perseverança e dedicação irão levá-lo, por certo, ao pódio onde merecem estar todos aqueles que pensam no coletivo antes de pensar em si mesmos. 

Lamentável que o nosso governo se mantenha míope em não reconhecer o alto valor de nossos inventores, homens e mulheres, que deveriam contar com o, irrestrito, apoio governamental para tornar seus grandes sonhos em realidade e poderem, assim, viabilizar os seus projetos que trariam, por certo, altíssimos dividendos para o nosso país e o nosso povo carente de tudo. 

Continue em sua brava luta e receba, neste momento, os meus elevados cumprimentos e votos de saúde, paz e sucesso.

Norton Seng</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Caro Reginaldo Marinho,</p>
<p>Conhecedor de sua luta em prol de um Brasil melhor aproveito para parabenizá-lo. E ainda com maior veemência pois sei do brilhantismo de suas ideias, sua engenhosidade, sua capacidade inventiva e habilidade técnica que somadas ao seu elevado grau de determinação, perseverança e dedicação irão levá-lo, por certo, ao pódio onde merecem estar todos aqueles que pensam no coletivo antes de pensar em si mesmos. </p>
<p>Lamentável que o nosso governo se mantenha míope em não reconhecer o alto valor de nossos inventores, homens e mulheres, que deveriam contar com o, irrestrito, apoio governamental para tornar seus grandes sonhos em realidade e poderem, assim, viabilizar os seus projetos que trariam, por certo, altíssimos dividendos para o nosso país e o nosso povo carente de tudo. </p>
<p>Continue em sua brava luta e receba, neste momento, os meus elevados cumprimentos e votos de saúde, paz e sucesso.</p>
<p>Norton Seng</p>
]]></content:encoded>
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